O reajuste de 7,67% para as indústrias, e de 8,42% para consumidores residenciais já está sendo cobrado desde sábado (22). O aumento na tarifa de energia durante um período de pandemia, preocupa o setor que, assim como os demais, também está sendo afetado economicamente. Para barrar este reajuste, o Sindicato da Indústria Florestal de Curitibanos (Sifc), solicitou intervenção da Fiesc junto ao Governo de Santa Catarina.

No documento encaminhado para a Fiesc, o sindicato repudia o aumento na tarifa de energia e aponta que as indústrias estão enfrentando os impactos econômicos e cumprindo as restrições obrigatórias e todos os protocolos de segurança para evitar a proliferação do vírus. Ainda conforme o ofício, o aumento nesse momento acaba sendo um golpe doloroso e difícil de suportar, principalmente para a população mais carente e para as empresas mais frágeis.

– Somos conhecedores dos esforços e ações que a Fiesc tem realizado em prol da indústria catarinense em especial aos associados dos Sindicatos filiados. Por isso, rogamos a intercessão da federação, para que unidos possamos vencer mais esse problema que atinge nossas empresas – Destaca o presidente do sindicato, Luiz Fernando Brocardo.

Nesta segunda-feira (24), o Procon de Santa Catarina notificou a Celesc para que suspenda o reajuste, caso haja descumprimento, a Celesc pode ser enquadrada em crime por desobediência e sofrer sanções administrativas.

 
 

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